VIVA COMO NOVA CRIAÇÃO (II Cor. 5:17), ABANDONE OS MAUS HÁBITOS DA VELHA CRIATURA, ABANDONE A LASHON HARÁ!
No estudo da Torá desse sábado, 21/04, aprendemos sobre os perigos que uma "língua descontrolada", conforme nos adverte o apóstolo Tiago em sua epístola (1:26,27 e cap. 3) pode causar, tanto ao que fala descontroladamente "como um passarinho chilreando sem parar" ou fala maledicências, lashon hará, quanto ao que é vítima do maledicente.
O falar injurioso, calunioso, ofensivo, cheio de mágoa ou rancor, pode ferir tanto ou mais que pedras que se atirem em alguém. A maledicência ou as verdades negativas apregoadas aos ouvidos alheios na intenção de ferir ou denegrir, podem matar sonhos, adoecer personalidades, infringir feridas profundas na alma ou até danos irreversíveis no caráter. Feridas e deformações tais, que só a misericórdia Divina pelo poder sobrenatural da ação do Espírito Eterno que intercede por nós, pela graça salvadora de Cristo Yeshua, junto ao Pai, somente essa Graça pode curar e libertar.
O Senhor Jesus nos adverte que o Mandamento que é tão importante quanto amar a Deus sobre todas as coisas é o amor ao próximo:
Mateus 22: 36. "Mestre, qual é o maior mandamento da Torá? " 37. Respondeu Jesus: " ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. 38. Este é o primeiro e maior mandamento. 39. E o segundo semelhante a este é: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. 40. Destes dois mandamentos dependem toda a Torá e os Profetas".
Sendo assim, quando praticamos o mal contra o nosso próximo, seja com atitudes ou com palavras que ferem - lashon hará - , estamos infringindo os mandamentos do Eterno, pecando contra o próprio Deus.
Sabemos que não é fácil vencermos nossa compulsão humana de revidar um aborrecimento com uma palavra dura. Mas, se desejamos paz, e somos ordenados na Palavra de Deus a "no que depender de nós termos paz com todos" (Rm 12:18), devemos, 1°- reconhecer nossa falha e nos arrependermos, 2°- pedir perdão, 3°- nos esforçarmos para não continuar nos mesmos erros e para tratarmos as pessoas com mais consideração. Para isso, temos de exercer disciplina sobre nossa boca, principalmente. O Ap. Paulo reconheceu que enfrentava uma luta da sua carne com seu espírito; porém determinado a ser transformado também em sua alma, disciplinava a si mesmo dia a dia, vigiando e controlando sua própria natureza - Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à submissão, para que, depois de pregar a outros, eu mesmo não venha a ficar reprovado. (I Coríntios 9: 27). Finalmente, ele pode provar que, ainda que não fosse fácil viver inteiramente controlado pelo Espírito, principalmente sem tropeçar no que fala, segundo nos adverte o Ap. Tiago, é possível, e ele, Paulo, pode declarar: "O que para mim era lucro ou vantagem, hoje considero como refugo"; "não mais vivo eu, mas Cristo vive em mim". (Fil. 3:7-9; Gál. 2:20).
Que todos nós, que temos sido aproximados a Deus Pai mediante o sacrifício expiatório de Seu Amado e Eterno Filho, Jesus o Cristo (Yeshua Ha Mashiach), que nos purifica de toda impureza, e temos recebido a Unção do Espírito Santo em nós que nos guia, nos ensina, nos santifica e nos concede dons que nos capacitam ao serviço e a adoração ao Eterno nosso Deus, portanto, temos sido capacitados a andarmos em novidade de vida, andarmos na Luz, vencermos a inclinação que a nossa carne tem para pecar, e vivermos uma nova vida, deixando para trás os maus hábitos da velha criatura (II Cor. 5:17), que sejamos libertos da lashon hará, o pecado que sai da boca: Mateus 15: 18. "Mas as coisas que saem da boca vêm do coração, e são essas que tornam o homem ‘impuro’. 19. Pois do coração saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, os falsos testemunhos e as calúnias."
Mensagens e Reflexões. Evangelho. Teologia Cristã Evangélica. Ministério de Ensino Teológico e Pregação da Palavra. Aconselhamento psicológico e espiritual. Missões. Cura e Libertação da Família.
terça-feira, 24 de abril de 2018
terça-feira, 10 de abril de 2018
Semeando e colhendo...
Meditando nas Festas Bíblicas em minha devocional durante a "contagem
do ômer", em preparação à próxima Festa de Pentecostes (do por do sol
do dia 19 de maio ao por do sol do dia 21 de maio de 2018). Meu coração
se enche de alegria, enquanto percorro esse caminho bíblico traçado pelo
Eterno para nos apresentar Seu Plano de Salvação a fim de nos aproximar
à Ele:Sigamos nossa semana e nossos dias "contando o ômer", desde nossa libertação da escravidão do pecado, (assim como os israelitas que em Pêssach foram libertos da escravidão do faraó, que os oprimia), libertos que fomos por Yeshua/Jesus o Cordeiro de Deus, morto e ressuscitado em PÊSSACH/PÁSCOA, e que tira o pecado do mundo, prossigamos alinhando nossa vontade com a vontade do Eterno, nos santificando retirando o fermento da maldade e da falsidade para sermos uma "massa santa" como os ÁZIMOS, de modo a nos oferecer em PRIMÍCIA tão logo somos libertos, ainda em pobreza de alma (como a simples cevada), mas sendo movidos, como Primeiros Molhos pelas mãos de Yeshua o Sumo Sacerdote de nossas almas; e recebendo dEle o revestimento de poder do Seu Ruach Ha Kadesh (Espírito Santo),que nos ajuda a refinar nossa alma a cada dia, nos renovando em PENTECOSTES/SHAVUOT (Semanas) e sendo amadurecidos, capacitados a entregar as primícias de uma colheita maior; e então, seguiremos em frente como em um ANO NOVO/ROSH HA SHANÁ, em Dias de Tocar a Trombeta- YOM TERUÁ- da Boa Nova da Salvação, anunciando o tempo do juízo, nos arrependendo e nos consertando enquanto ainda vivemos o DIA DA EXPIAÇÃO/YOM KIPUR, poderemos, assim, nos alegrar muito mais porque nosso nome está escrito no Livro da Vida do que por qualquer outra façanha que venhamos a realizar; ainda que nossas colheitas estejam aumentando, podemos nos alegrar extremamente em nossas Cabanas-vida ao entregar novas e abundantes primícias do que colhemos durante o ano que passou, até que, refletindo a imagem de Yeshua nosso Cristo (Messias) em nosso viver diário durante o Seu milenar reinado, junto a Ele, como suas CABANAS (SUKOT-Tabernáculos) perenes; vivendo na expectativa da chegada do Grande DIA DO NOSSO JÚBILO/SHEMINI ATZERÊT, cheios da ALEGRIA DA TORÁ/SIMCHÁ TORÁ e toda a Palavra do Eterno nosso Deus; quando, finalmente, portando nossa pedrinha branca com nosso novo nome escrito, adentraremos na eternidade, no Tikum Olam, os tempos prometidos pelo Eterno para a restauração de todas as coisas, com novos céus e nova terra, onde viveremos pra sempre na Presença e comunhão de nosso Deus e de Seu Messias nosso Senhor Yeshua/Jesus, em adoração perfeita à Sua Majestade! E cantaremos o cântico de Moisés e do Cordeiro: "Grandes e maravilhosas são as Tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso!" (Ap 15:3)
Creio, busco, consigo, por meio dAquele que me fortalece!
Gálatas 5: 22. Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, 23. mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei. - Bíblia JFA Offline
domingo, 8 de abril de 2018
Transmissão ao vivo Culto de 08/04/2018 - Com. Hineni Adonai
https://www.facebook.com/hineni.com.br/videos/432170007212214/?notif_id=1523192469097871¬if_t=live_video_explicit
domingo, 1 de abril de 2018
quinta-feira, 29 de março de 2018
Verdadeira Páscoa!
A *Páscoa Bíblica, Pêssach*, *conforme a data determinada por Deus - Êxodo 12* - este ano de 2018 sua data coincidiu com a data marcada pela igreja romana no calendário gregoriano. Assim, 14 de Abibe ou Nissan caiu na sexta-feira 30 de março, a chamada sexta-feira santa.
Desde o êxodo do Egito, os israelitas celebram Pêssach (Páscoa) na data ordenada pelo Eterno, 14° de Nissan (ou Abibe); no dia seguinte, 15° dia de nissan, começa a Festa de Pães Ázimos, que se prolonga por sete dias; por fim, a Festa dos Primeiros Molhos (a Primícia da Páscoa, que começaram a celebrar desde a primeira colheita na Terra Prometida). *
Assim, temos Pêssach (quando o Cordeiro é imolado), Pães Ázimos (sem fermento, sem impureza, porque falta ou contaminação alguma havia no "Pão Vivo que desceu do Céu"), e, em meio a Festas dos Ázimos, a terceira Festa dessa tripla celebração, a *primeira festa de Primícias* ,chamada Bikurin, que era celebrada ao 16° dia (o dia seguinte ao sábado [semanal ou ritual] da Festa dos Ázimos): era feita a entrega dos primeiros feixes tirados da primeira colheita do ano (cevada, que amadurecia mais rápido); Primícia das primícias, ao terceiro dia das celebrações (Levítico 23).
Portanto, são *três festas em uma*. Que, hoje em dia, os judeus costumam chamar todo o período de Festa da Páscoa (Pêssach, leia Pêssar, que significa passagem, ou saltar/passar por cima, como fez o Senhor quando passou por cima da casa dos hebreus, marcadas com o sangue do cordeiro pascal, e a morte não os tocou).
Essas três primeiras Festas ordenadas por Deus,
apontam, juntamente, para *morte, sepultamento, e ressurreição de Jesus/Yeshua*.
Só percebemos isto totalmente ao celebrar biblicamente e com os mesmos costumes praticados pelos judeus, (Hagadah de Pêssach - ordem de culto preparada para a cerimônia de páscoa desde 550 a.C., para ajudar os judeus a lembrarem-se do grande livramento do Senhor e Seus feitos poderosos). Inclusive o Senhor Jesus, os apóstolos e toda a igreja até vir a proibição expressa do papa, celebrou assim suas Páscoas, primeiro com sua família, depois também com seus discípulos. Há, por exemplo, a cerimônia dos cálices, relembrando Êxodo 6:6,7: 1 - santificação/separação do povo de Israel (livrando-o ainda no Egito); 2 - libertação (libertando-o da escravidão do Egito); 3 - redenção, remissão, (tornando-os homens livres, "tirando o Egito de dentro deles", mesmo enquanto caminhavam no deserto, para tanto deu-lhes Leis justas e santas e o Tabernáculo para ali acompanhá-los com Sua presença); 4 - Aceitação/adoção, livramento e louvor: (livrando, guardando e guiando no deserto, conduzindo-os em segurança à terra prometida; levando-os ao tempo de louvor pelos pela poderosa salvação do Senhor). Jesus, na sua última Páscoa com seus discípulos, possivelmente, tomou o terceiro cálice, da redenção, quando disse, esse é o meu sangue, tomem dele todos;
O quarto cálice confirmava essa nova aliança, através da nova vida que os crentes devem viver, até que Ele volte para restaurar todas as coisas (Ap 21:1-7).
Desde o êxodo do Egito, os israelitas celebram Pêssach (Páscoa) na data ordenada pelo Eterno, 14° de Nissan (ou Abibe); no dia seguinte, 15° dia de nissan, começa a Festa de Pães Ázimos, que se prolonga por sete dias; por fim, a Festa dos Primeiros Molhos (a Primícia da Páscoa, que começaram a celebrar desde a primeira colheita na Terra Prometida). *
Assim, temos Pêssach (quando o Cordeiro é imolado), Pães Ázimos (sem fermento, sem impureza, porque falta ou contaminação alguma havia no "Pão Vivo que desceu do Céu"), e, em meio a Festas dos Ázimos, a terceira Festa dessa tripla celebração, a *primeira festa de Primícias* ,chamada Bikurin, que era celebrada ao 16° dia (o dia seguinte ao sábado [semanal ou ritual] da Festa dos Ázimos): era feita a entrega dos primeiros feixes tirados da primeira colheita do ano (cevada, que amadurecia mais rápido); Primícia das primícias, ao terceiro dia das celebrações (Levítico 23).
Portanto, são *três festas em uma*. Que, hoje em dia, os judeus costumam chamar todo o período de Festa da Páscoa (Pêssach, leia Pêssar, que significa passagem, ou saltar/passar por cima, como fez o Senhor quando passou por cima da casa dos hebreus, marcadas com o sangue do cordeiro pascal, e a morte não os tocou).
Essas três primeiras Festas ordenadas por Deus,
apontam, juntamente, para *morte, sepultamento, e ressurreição de Jesus/Yeshua*.
Só percebemos isto totalmente ao celebrar biblicamente e com os mesmos costumes praticados pelos judeus, (Hagadah de Pêssach - ordem de culto preparada para a cerimônia de páscoa desde 550 a.C., para ajudar os judeus a lembrarem-se do grande livramento do Senhor e Seus feitos poderosos). Inclusive o Senhor Jesus, os apóstolos e toda a igreja até vir a proibição expressa do papa, celebrou assim suas Páscoas, primeiro com sua família, depois também com seus discípulos. Há, por exemplo, a cerimônia dos cálices, relembrando Êxodo 6:6,7: 1 - santificação/separação do povo de Israel (livrando-o ainda no Egito); 2 - libertação (libertando-o da escravidão do Egito); 3 - redenção, remissão, (tornando-os homens livres, "tirando o Egito de dentro deles", mesmo enquanto caminhavam no deserto, para tanto deu-lhes Leis justas e santas e o Tabernáculo para ali acompanhá-los com Sua presença); 4 - Aceitação/adoção, livramento e louvor: (livrando, guardando e guiando no deserto, conduzindo-os em segurança à terra prometida; levando-os ao tempo de louvor pelos pela poderosa salvação do Senhor). Jesus, na sua última Páscoa com seus discípulos, possivelmente, tomou o terceiro cálice, da redenção, quando disse, esse é o meu sangue, tomem dele todos;
O quarto cálice confirmava essa nova aliança, através da nova vida que os crentes devem viver, até que Ele volte para restaurar todas as coisas (Ap 21:1-7).
*Assim somos nós, em relação à nossa salvação por Cristo Jesus, nosso Cordeiro Pascal* (1 Cor. 5:7).
*Na cerimônia do jantar cerimonial de Páscoa, com ervas amargas e o pão sem fermento.* *Não é só o judeu que deve recordar das amarguras da escravidão do Egito*. *Mas, todo crente, pois antes da nossa libertação e salvação por Cristo, vivíamos escravos do pecado, na amargura de uma vida longe de Deus.* (Longe de Deus, sem salvação, oprimidos pelo inimigo).
*No cerimonial dos pães ázimos a santidade de Jesus/Yeshua, Cristo, o Cordeiro santo de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29), fica evidenciada* - o *pão sem fermento, representa o Corpo imaculado, sem pecado, de nosso Senhor Yeshua/Jesus entregue por nós no calvário*.
*E o restante dos sete dias com pães ázimos aponta para o fato de que nós, salvos por Cristo da escravidão do pecado, devemos andar todos os dias de nossa peregrinação no "deserto da vida" em santidade, de maneira adequada ao nosso Novo Nascimento em Cristo*. Por isso, *sete dias dura a Festa dos Ázimos, assim como sete são os dias da semana, indicando que todos os dias devemos ser santos, separados para o nosso Deus* (1 Pedro 1.16).
*Nos cálices de vinho, evidencia-se o sangue de Jesus, o Cordeiro santo de Deus, que nos liberta do cativeiro do pecado e da morte espiritual*. E, na cerimônia judaica, há ainda o 5º cálice de vinho, designado o cálice de Elias, que é uma alusão direta à vinda do Messias. Assim, para nós os que já temos crido no Mashiach Yeshua, vemos esse simbolismo indicativo da Sua volta. Nas casas judaicas, em geral, com exceção do judeu que já recebeu revelação pelo Ruach HaKodesh (Espírito Santo) sobre a Pessoa santa de Yeshua como o seu Mashiach, no momento do 5º cálice paira a expectativa sobre o aparecimento de Eliahu (Elias), o precursor do Dia do Senhor (Malaquias 4:5,6). Porém Yeshua, respondendo aos seus discípulos, disse que esse precursor e anunciador da inauguração dos tempos para o Grande Dia do Senhor já veio, referindo-se à João Batista, que veio no poder espiritual e unção profética como Elias (jamais uma reencarnação do próprio) (Mateus 17:10-13 e João 1:19,21). Assim como o próprio Mashiach Yeshua, que em sua primeira vinda veio como o Servo sofredor (Isaias 49:1-9, 52:13-15, 53: 1-12), mas em breve voltará, glorioso, para implantar Seu Reino Messiânico (Reino Milenar de Cristo), (Isaias 60; 66:10-24; Mateus 24; Lucas 21:25-27; I Tes. 4:13-18; Ap 19:1-16).
*No 16° dia, o terceiro dia tem a festa das primeiras primícias (Bikurin), que aponta para a ressurreição de Jesus, que é a primícia dos que dormem* (1Cor. 15:20,23). *Aguardamos a nossa salvação completa, incluindo a remissão de nosso corpo, quando na ressurreição receberemos também um corpo glorificado; e Jesus, como primícia dessa ressurreição de todos os salvos, ressurgiu no terceiro dia da festa, no 16° dia de Abibe/Nissan*.
*No cerimonial dos pães ázimos a santidade de Jesus/Yeshua, Cristo, o Cordeiro santo de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29), fica evidenciada* - o *pão sem fermento, representa o Corpo imaculado, sem pecado, de nosso Senhor Yeshua/Jesus entregue por nós no calvário*.
*E o restante dos sete dias com pães ázimos aponta para o fato de que nós, salvos por Cristo da escravidão do pecado, devemos andar todos os dias de nossa peregrinação no "deserto da vida" em santidade, de maneira adequada ao nosso Novo Nascimento em Cristo*. Por isso, *sete dias dura a Festa dos Ázimos, assim como sete são os dias da semana, indicando que todos os dias devemos ser santos, separados para o nosso Deus* (1 Pedro 1.16).
*Nos cálices de vinho, evidencia-se o sangue de Jesus, o Cordeiro santo de Deus, que nos liberta do cativeiro do pecado e da morte espiritual*. E, na cerimônia judaica, há ainda o 5º cálice de vinho, designado o cálice de Elias, que é uma alusão direta à vinda do Messias. Assim, para nós os que já temos crido no Mashiach Yeshua, vemos esse simbolismo indicativo da Sua volta. Nas casas judaicas, em geral, com exceção do judeu que já recebeu revelação pelo Ruach HaKodesh (Espírito Santo) sobre a Pessoa santa de Yeshua como o seu Mashiach, no momento do 5º cálice paira a expectativa sobre o aparecimento de Eliahu (Elias), o precursor do Dia do Senhor (Malaquias 4:5,6). Porém Yeshua, respondendo aos seus discípulos, disse que esse precursor e anunciador da inauguração dos tempos para o Grande Dia do Senhor já veio, referindo-se à João Batista, que veio no poder espiritual e unção profética como Elias (jamais uma reencarnação do próprio) (Mateus 17:10-13 e João 1:19,21). Assim como o próprio Mashiach Yeshua, que em sua primeira vinda veio como o Servo sofredor (Isaias 49:1-9, 52:13-15, 53: 1-12), mas em breve voltará, glorioso, para implantar Seu Reino Messiânico (Reino Milenar de Cristo), (Isaias 60; 66:10-24; Mateus 24; Lucas 21:25-27; I Tes. 4:13-18; Ap 19:1-16).
*No 16° dia, o terceiro dia tem a festa das primeiras primícias (Bikurin), que aponta para a ressurreição de Jesus, que é a primícia dos que dormem* (1Cor. 15:20,23). *Aguardamos a nossa salvação completa, incluindo a remissão de nosso corpo, quando na ressurreição receberemos também um corpo glorificado; e Jesus, como primícia dessa ressurreição de todos os salvos, ressurgiu no terceiro dia da festa, no 16° dia de Abibe/Nissan*.
Observe que *a celebração da Páscoa, não se trata de um dia escolhido na semana, mas de um dia escolhido do mês, pelo Senhor* (Exodo 12).
Quem instituiu um dia da semana foi a igreja romana no IV séc, e, o que é pior, escolheu o mesmo dia do festival da "deusa" romana Isther (variantes, Easter, Eostre, Isthar, Asterote), isto é, no domingo da lua cheia (ou primeiro domingo) após o equinócio da primavera.
Quem instituiu um dia da semana foi a igreja romana no IV séc, e, o que é pior, escolheu o mesmo dia do festival da "deusa" romana Isther (variantes, Easter, Eostre, Isthar, Asterote), isto é, no domingo da lua cheia (ou primeiro domingo) após o equinócio da primavera.
Êxodo: 12. 3. ...No dia dez deste mês, que cada homem tome para si um cordeiro para cada família, um cordeiro para cada casa. 5. O cordeiro será macho, sem defeito e de um ano... 6. e o guardareis até o dia quatorze deste mês; e toda a assembleia da congregação de Israel o degolará à tarde. 7. E tomarão um pouco do sangue e passarão sobre os dois umbrais e sobre as vergas das portas das casas em que o comerem. 8. Naquela mesma noite, comerão a carne grelhada no fogo; com pães sem fermento, e ervas amargas... 11. ...é a Páscoa do SENHOR! 14. Esse dia, portanto, será para vós um memorial, e o celebrareis como uma festa perene para Yahweh; nas vossas gerações o celebrareis por decreto perpétuo. - Bíblia JFA Offline
Êxodo 12:14. Esse dia, portanto, será para vós um memorial, e o celebrareis como uma festa perene para Yahweh; nas vossas gerações o celebrareis por decreto perpétuo. - Bíblia KJA Offline
Êxodo: 13. 6. Comereis pães sem fermento durante sete dias, e no sétimo dia haverá uma grande festa para Yahweh. - Bíblia KJA Offline
É claro, que não há poder na externalidade do ato por si só, isto é, no objeto físico apenas, mas no fato da *obediência a Deus com inteireza de coração*. Obediência e fé caminham juntas, e o ato não pode prescindir do amor, deve ser fruto de um coração sincero.
Pois *o verdadeiro valor do ato está em transmutar-se o significado da ordenança para dentro de si.* Enfim, *que*
*retiremos de dentro de nós o fermento da maldade, da falsidade, mentira, ódio, injustiça, injúria, etc,*
*nos santificando, limpando nossas mentes e corações, nos submetendo ao agir do Espírito Santo de Deus em nossas vidas.*
E *isto por amor*
*Como um treino para as Bodas do Cordeiro* *- os "sete dias" de celebração* *- e a nossa glorificação junto ao Noivo Yeshua no Milênio e no tempo da restauração de todas as coisas e a vinda da Nova Jerusalém.
1 Coríntios: 5. 7. Livrai-vos do fermento velho, a fim de que sejais massa nova e sem fermento, assim como certamente, sois. Porquanto Cristo, nosso Cordeiro Pascal, foi sacrificado. 8. Por isso, celebremos a festa, não com fermento velho, nem com o fermento do maligno e da corrupção, mas com os pães sem fermento da sinceridade e da verdade. - Bíblia KJA Offline
Êxodo: 13. 6. Comereis pães sem fermento durante sete dias, e no sétimo dia haverá uma grande festa para Yahweh. - Bíblia KJA Offline
É claro, que não há poder na externalidade do ato por si só, isto é, no objeto físico apenas, mas no fato da *obediência a Deus com inteireza de coração*. Obediência e fé caminham juntas, e o ato não pode prescindir do amor, deve ser fruto de um coração sincero.
Pois *o verdadeiro valor do ato está em transmutar-se o significado da ordenança para dentro de si.* Enfim, *que*
*retiremos de dentro de nós o fermento da maldade, da falsidade, mentira, ódio, injustiça, injúria, etc,*
*nos santificando, limpando nossas mentes e corações, nos submetendo ao agir do Espírito Santo de Deus em nossas vidas.*
E *isto por amor*
*Como um treino para as Bodas do Cordeiro* *- os "sete dias" de celebração* *- e a nossa glorificação junto ao Noivo Yeshua no Milênio e no tempo da restauração de todas as coisas e a vinda da Nova Jerusalém.
1 Coríntios: 5. 7. Livrai-vos do fermento velho, a fim de que sejais massa nova e sem fermento, assim como certamente, sois. Porquanto Cristo, nosso Cordeiro Pascal, foi sacrificado. 8. Por isso, celebremos a festa, não com fermento velho, nem com o fermento do maligno e da corrupção, mas com os pães sem fermento da sinceridade e da verdade. - Bíblia KJA Offline
Chag Pêssach Sameach!
(Feliz Páscoa! )
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🐏✝
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(Feliz Páscoa! )
*Voltemos às Escrituras!
Profa. Elenice de Oliveira
🙏🏻
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Uma Porta para a Vida: Verdadeira Páscoa
Uma Porta para a Vida: Verdadeira Páscoa: A propósito, a *Páscoa Bíblica, Pêssach*, *conforme a data determinada por Deus - Êxodo 12* - este ano sua data ficou próximo da data marca...
terça-feira, 27 de março de 2018
O Salto de Pêssach
Pêssach, um salto para a vida! Um cordeiro, cujo sangue nas portas dos israelitas, como resposta de fé e obediência à Palavra do Eterno, livrou da morte os primogênitos de Israel e abriu as portas para a libertação de todo seu povo do cativeiro egípcio!
Pêssach/Páscoa, o Unigênito de Deus se fazendo homem-sofredor, tomando nosso lugar como um Cordeiro, para espargir Seu sangue nas portas da alma de quem nEle crer, livrando assim da morte eterna e do cativeiro do pecado, para abrir as portas da vida eterna para todos quantos perseverarem na caminhada mediante a fé e obediência à Palavra do Eterno!
Minha Páscoa tem memória bíblica, tem memória da morte dos cordeiros e do Cordeiro; tem memória do corpo do meu Cristo torturado, triturado, ferido, marcado, porém puro, livre de fermento ; ocultado por três dias, mas reaparecido, ressuscitado, como as Primícias do 16° dia(o terceiro dia desde a morte do Cordeiro) .
Minha Páscoa tem memória, por isso, não posso aceitar misturar o santo com o profano.
Não celebro a festa de Easter, nem Isthar, nem Eostre, nem Ostara (a "deusa" da fertilidade, dos ovinhos e coelhinhos),...
Celebro a Festa de Pêssach - passagem, saltar por cima (traduzido em Port. como Páscoa) que me lembra todo o projeto do Eterno se desenrolando na história; que me liga ao sacrifício de Jesus/Yeshua, na cruz onde verteu Seu sangue imaculado, e não chocolate.
Leia o artigo no Blog
Chag Sameach Pêssach!
Feliz Páscoa!
Pêssach/Páscoa, o Unigênito de Deus se fazendo homem-sofredor, tomando nosso lugar como um Cordeiro, para espargir Seu sangue nas portas da alma de quem nEle crer, livrando assim da morte eterna e do cativeiro do pecado, para abrir as portas da vida eterna para todos quantos perseverarem na caminhada mediante a fé e obediência à Palavra do Eterno!
Minha Páscoa tem memória bíblica, tem memória da morte dos cordeiros e do Cordeiro; tem memória do corpo do meu Cristo torturado, triturado, ferido, marcado, porém puro, livre de fermento ; ocultado por três dias, mas reaparecido, ressuscitado, como as Primícias do 16° dia(o terceiro dia desde a morte do Cordeiro) .
Minha Páscoa tem memória, por isso, não posso aceitar misturar o santo com o profano.
Não celebro a festa de Easter, nem Isthar, nem Eostre, nem Ostara (a "deusa" da fertilidade, dos ovinhos e coelhinhos),...
Celebro a Festa de Pêssach - passagem, saltar por cima (traduzido em Port. como Páscoa) que me lembra todo o projeto do Eterno se desenrolando na história; que me liga ao sacrifício de Jesus/Yeshua, na cruz onde verteu Seu sangue imaculado, e não chocolate.
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Chag Sameach Pêssach!
Feliz Páscoa!
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