sábado, 16 de abril de 2022

Pêssach - Páscoa


 Minha Páscoa tem memória e tem raiz! 

Pêssach, um salto para a vida! 

Um cordeiro, cujo sangue nas portas dos israelitas, como resposta de fé e obediência à Palavra do Eterno, livrou da morte os primogênitos de Israel e abriu as portas para a libertação de todo seu povo do cativeiro egípcio!

Pêssach/Páscoa, o Unigênito de Deus se fazendo homem-sofredor, tomando nosso lugar como um Cordeiro, para espargir Seu sangue nas portas da alma de quem nEle crer, livrando assim da morte eterna e do cativeiro do pecado, para abrir as portas da  vida eterna para todos quantos perseverarem na caminhada mediante a fé e obediência à Palavra do Eterno! 

Minha Páscoa tem memória bíblica, tem memória da morte dos cordeiros e do Cordeiro; tem memória do corpo do meu Cristo torturado,  triturado,  ferido, marcado,  porém puro, livre de fermento ; ocultado por três dias, mas reaparecido, ressuscitado,  como as Primícias do 16° dia (o terceiro desde a morte do Cordeiro).

Minha Páscoa tem memória, por isso, não posso aceitar misturar o santo com o profano.

Não celebro a festa de Easter, nem Isthar,  nem Eostre, nem Ostara (a "deusa" da fertilidade, dos ovinhos e coelhinhos),...

Celebro a Festa de Pêssach - passagem, saltar por cima (traduzido em Port. como Páscoa) que me lembra todo o projeto do Eterno se desenrolando na história; que me liga ao sacrifício de Jesus/Yeshua,  na cruz onde verteu Seu sangue imaculado,  e não chocolate.


Leia os artigos SERÁ QUE CONVÉM, e VERDADEIRA PÁSCOA no meu Blog

http/umaportaparaavida.blogspot.com.br 

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Parece divertido, mas não é!!

 


Halloween não é brincadeira! Bruxaria não é fantasia!

Lembre-se que “ a nossa luta não é contra carne, mas contra potestades, principados e príncipes das trevas, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”.(Ef. 6.12)

Ao constatar que cada vez mais pessoas estão se deixando envolver por essa festa maligna, chamada halloween, achei por bem postar aqui dois artigos publicados no site do CACP Ministério Apologético (www.cacp.org.br), os quais abordam, de maneira profunda as raízes históricas dessa festa e os verdadeiros intentos por trás dessas comemorações.

 Conhecer a filosofia por trás daquilo que estão querendo "enfiar goela abaixo" do povo brasileiro e das famílias cristãs, como se fosse brincadeira inocente,  mas que não é, dará a você recursos para fazer escolhas que te livrem da morte.

Se você crê em Deus, é uma pessoa do bem, ama seus filhos, e quer o melhor para eles, leia esta publicação. Depois você decide se ainda vai continuar achando que halloween é uma festa inocente.

Apesar de longa a publicação, trata-se apenas de um resumo básico das origens e objetivos reais dessas comemorações.

" _Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro;_
_Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos;_
_Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti."_
Deuteronômio 18:10-12

Vejamos o artigo:


"CRISTÃO, CUIDADO – HALLOWEEN: ESSA FESTA NÃO É NOSSA!
Apesar de não ser uma data originalmente brasileira, o dia 31 de outubro vem sendo comemorado em nosso país. O que muitos desconhecem é que essa proposta de diversão esconde origens nebulosas, baseadas no ocultismo e em crenças demoníacas. Neste texto você vai conhecer um pouco da história e terá base para dizer NÃO ao Halloween.
Durante muito tempo, os brasileiros sabiam da existência do Halloween por meio de filmes americanos. ... Na tela de TV a data até parecia ter uma temática divertida. Mas da mesma maneira que os filmes escondiam a origem pagã dessa comemoração, hoje vivenciamos aqui no Brasil um incentivo sutil a essa cultura, que não revela o real significado dela.

ORIGEM
A primeira prática que remete ao Halloween, registrada na história, acontecia na Antiguidade entre o povo celta (2000 a.C e 400 d.C). O dia 31 de outubro era o último dia do calendário e por isso todos se reuniam para celebrar e preparar alimentos para o inverno que chegava. Eles também acreditavam que na véspera do ano novo os mortos vinham à terra buscar os humanos. Para afastar a maldição, os celtas se vestiam de trajes feitos de cabeça e pele de animais. Os sacrifícios de animais e humanos em fogueiras também eram praticados com o objetivo de agradar supostas divindades. Era o momento dos sacerdotes proferirem as previsões.
Esta tradição dos celtas foi levada para a Ásia e para o continente Europeu. Mais adiante, com o avanço do Cristianismo através da igreja católica, a comemoração pagã foi institucionalizada pelo Dia de Finados, no dia 2 de novembro. Mesmo assim, a Irlanda e a Escócia mantiveram a tradição do Halloween. Sendo os imigrantes Irlandeses os introdutores do Dia das Bruxas nos Estados Unidos em 1840. .

 ALGUNS SÍMBOLOS

TRICK OR TREAT? 
É uma prática muito comum no Halloween americano, e ao pé da letra significa “Travessura ou Trato”. A frase é dita por crianças fantasiadas de monstros, que batem de porta em porta querendo receber doces como um trato. Caso contrário, estão prontas para executar a travessura, que pode ser um xingamento ou outras peraltices como estragar a grama, atirar ovos na casa. O que poucos sabem é que as crianças fantasiadas representam os espíritos malignos que visitavam o povo celta na antiguidade. Segundo aquela crença, era necessário deixar alimentos do lado de fora da casa para agradar esses demônios.

THE JACK O’LAHTERN: É como chamam a abóbora esculpida com uma face tenebrosa e iluminação interna. Na tradução para o português fica A Lanterna de Jack. Conta-se a história sobre o irlandês Jack, que gostava de aprontar com todo mundo, e chegou a enganar até o próprio Satanás. Quando Jack morreu, não foi permitida sua entrada no céu, nem no inferno. Satanás entregou a ele uma vela para iluminar seu caminho pela terra. Jack acendeu a vela e a colocou dentro de um nabo, fazendo uma lanterna para si. Quando os irlandeses chegaram aos Estados Unidos, encontram uma carência de nabos e uma abundância de abóboras. Para manter a tradição, durante o Halloween passaram a fazer uso de abóboras no lugar de nabos.

CONHECIMENTO
A Palavra de Deus mostra que o conhecimento é fundamental para que andemos corretamente. “ _O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento...”_ (Oseias 4.6).

Podemos considerar que conhecemos as origens nebulosas dessa data, que tem entrado sutilmente no mundo de crianças e jovens brasileiros. Cabe a nós a orientação para aqueles que nos cercam e a resistência a essa ação demoníaca. Porque o diabo veio senão para roubar, matar, destruir."
(Débora Pedroso, em Jornal Oportunidades, nº 179, outubro de 2010)

"BRUXARIA NÃO É FANTASIA
Temos que entender que bruxaria não é apenas fantasia, mas tão real a ponto de ter um comércio voltado para ela.
Os bruxos (as) e druidas possuem até mesmo uma opinião de que bruxaria é uma religião.
O livro Wicca-Crenças e Práticas, Grary Cantrell, Madras Editora, traz a seguinte definição: “Nossa religião, bruxaria-Wicca, é legalmente reconhecida e está sob proteção da Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos e nosso isolamento do resto da comunidade religiosa deve e precisa terminar.” Este depoimento é de um sacerdote da bruxaria americano. Que também relata, na pág. 17 do mesmo livro: “o nosso ofício está crescendo e se diversificando em velocidade fenomenal”. Todos têm o direito de escolher a religião, mas não podemos permitir, assim como eles também não permitem, que estas práticas e rituais façam parte da vida dos nossos filhos nos baseando na desculpa de tratar se apenas de uma festa ou folclore.
O Halloween foi introduzido nos Estados Unidos pelos Irlandeses.
Não há nenhuma fantasia em Halloween, é um dos dias de rituais na religião Wicca. Hoje podemos dizer que a Wicca é a neo-bruxaria.
Existem oito dias de cerimônias sagradas para as bruxas de todo o mundo, as quatro maiores e as quatro menores – chamadas de Sabás. O dia do Halloween não é um dia qualquer, ele é um dos principais dos Sabás: IMBOLC, BELTAIN, LUGHNASADH e SAMHAIM. Sendo que este último é o dia de Halloween.
Samhaim é festejado em 31 de outubro, mas é considerado o último dia do ano para os bruxos, trata-se de um festival que introduz a estação das trevas. De acordo com a história, este dia originou-se nos antigos festivais de outono dos Celtas, que eram ligados à feitiçaria e à magia. Nesse dia, acredita-se que o portal que separa os mortos dos vivos se abre, e os mortos passam a ter contato com os vivos, ou seja, o dia em que os mortos voltam.
No livro Wicca, de Gary Contrell, Wicca-Crenças e Práticas, na pagina 95, o autor faz o seguinte relato referente a Halloween:“O Sabá do Samhaim celebra o ciclo eterno da reencarnação e marca o início do inverno céltico. O velho Deus morre nesta noite para renascer no Yule, dando continuação à Roda da Vida do Ano”. E em seguida destaca: “Se o ritual for adequadamente feito, geralmente se percebe a presença de [amigos invisíveis].” (na verdade, demônios).
Dentro dos rituais feitos nestes dias, frutas como maças, melões, abóboras, além de cereais ou nozes de outono são decorações típicas do Samhaim.
Por mais que pareça uma brincadeira, o dia das bruxas tem uma relação religiosa. Afinal, não podemos achar que ter um contato com mortos ou querer entrar em contato com eles seja uma brincadeira! Para se ter uma idéia, dentro deste ritual, há processos feitos como: purificar a área ou o círculo, invocar os quadrantes (vento, terra, água e fogo)e o Senhor e a Senhora (deuses) com orações de evocações.
Uma das orações é esta: “Senhor da Vida e Senhor da Morte, nós te damos as boas vindas e também nos despedimos de ti nesta noite. Nós te apressamos para atravessar os portões da morte a fim de que retornes para abençoar-nos com tua força, amor e orientação....” Para os druidas, 31 de outubro era o dia em que Samhaim vinha com os mortos para que as lavouras não fossem atormentadas pelos espíritos. Era necessário deixar uma oferenda, muitos colocavam fogueiras no canto de suas fazendas para afugentar os maus espíritos e aplacar poderes sobrenaturais que controlavam os processos da natureza. Atualmente, nesta festa, os praticantes de bruxaria afirmam que deixar uma oferenda de alimentos ou bebida na entrada da casa serve para revigorar as almas dos mortos. No ritual de Halloween se encontram procedimentos como: Purificação da área e o circulo, e invocação dos quadrantes e dos deuses pagãos.

SIMBOLISMO DO HALLOWEEN
Tudo neste dia tem uma simbologia, porém, as escolas seculares desconhecem, e por isso promovem esta festa. Espero que os pais tenham a oportunidade de mostrar esta matéria ao professor ou à diretora da escola de seu filho, pois tenho certeza que muitos, após conhecerem o verdadeiro significado do Halloween, deixarão de festejá-lo. 
Cada peça, brincadeira ou enfeite possui um simbolismo dentro da crença Wicca, vejamos algumas:
ABÓBORA COM ROSTO – Originou-se da lenda de um homem chamado Jack. Ele morreu, mas foi lhe negado a entrada tanto no céu, como no inferno. Então, condenado a viver perambulando pela terra como uma alma penada, ele colocou uma brasa brilhante num grande nabo oco, para iluminar o seu caminho à noite. Este talismã virou a abóbora que simboliza Jack.
NABOS – Os nabos também eram um tipo de lanterna com a qual os Celtas acreditavam mandar os espíritos embora. Este símbolo continua com o uso das abóboras iluminadas.
VELAS – Neste dia, são usadas muitas velas marrons e alaranjadas.

USO DO PENTAGRAMA – O pentagrama tem sido usado como amuleto, mas ele é um símbolo básico da feitiçaria. É o ponto central do trabalho de encantamento e, geralmente, é colocado sobre ou na frente do altar.
PESCAR MAÇÃS EM UM TONEL - Esta antiga prática surgiu da adivinhação do futuro. O participante que obtivesse sucesso, poderia contar com a ajuda dos espíritos para a realização amorosa com a pessoa amada.

PEDIR DOCES - Esse costume surgiu da tradição Irlandesa, quando um homem conduzia uma procissão para angariar contribuições dos agricultores, afim de que suas colheitas não fossem amaldiçoadas por demônios. Um paralelo que podemos fazer é que as crianças representam os demônios, porque elas saem pedindo doces e dizendo: “Doces ou travessuras?”. Assim, quando elas não conseguem os doces, fazem as travessuras aos que negaram. Assim, o agricultor pedia alguma coisa para dar de oferta aos demônios.

DEPOIMENTOS DE BRUXAS VERDADEIRAS
No livro de Bob Larson, Satanismo, A sedução da Juventude Norte-Americana, Editora Vida, há comentários sobre o programa do autor em rede Nacional, nos EUA, chamado “Fale e escute com Bob Larson”, em que um tema é proposto e o ouvinte participa. Um dos temas foi bruxaria e Bob recebeu várias ligações de garotas envolvidas em bruxaria... Alguns trechos dos depoimentos: *Gracinda – Era uma bruxa de terceira geração, cujo objetivo na vida real era destruir os evangélicos.* Diferentemente de muitas bruxas adolescentes, que retiram a idéia de bruxaria de um anúncio de tablóides. Gracinda tinha sido treinada para seguir esta tradição. Ela diz: “Tenho uma sobrinha de onze anos que tentou o suicídio”. *Ela ainda afirmou em seu depoimento que deseja deixar para trás o mundo da bruxaria.* “Fui obrigada a dar em sacrifício a Satanás minha primeira filha, quando ela estava com seis meses de idade. Agora tenho um filho de nove meses e não quero que ele siga minhas pegadas”.
Salina – Era uma bruxa sacerdotisa que havia participado de sacrifícios de animais e de seres humanos. “Sou médium e estou envolvida em necromancia e demonologia. Bob, preciso de sua ajuda!”, clamou ela. Bob Larson pergunta: “Você participou de cerimônias durante as quais você vendeu a sua alma”? Salina respondeu: “Sim, derramando o meu próprio sangue. Na palma de minha mão gravei um pentagrama com uma lua crescente e uma estrela”, explicou ela. “Por favor, advirta aos seus ouvintes de que eles não podem negociar com o diabo”. “ Você quer sair da bruxaria?”, pergunta Bob Larson. “- Sim, mas tenho medo, porque seria morta. Tenho visto e ouvido demais.”
Alerta do escritor: Pessoas que participam desta festa têm que se conscientizar que o Halloween traz consequências. Estamos debaixo da lei da semeadura, então, “o que o Homem semear, ele irá colher”. 
Neste tipo de ritual encontramos a Necromancia, o animismo, o Politeísmo e outras práticas pagãs, que não condizem com as Sagradas Escrituras, pois elas nos afirmam claramente que não há possibilidade de alguém morto entrar em contato com o mundo dos vivos. Para Deus isto é abominação!

Devemos compreender que é uma situação difícil ao professor cristão que é obrigado pela direção a participar da festa do Halloween. No entanto, não podemos invalidar a palavra de Deus para qualquer área da vida, e um dos mandamentos é “AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS”. Assim sendo, mesmo que o emprego entre em risco, o professor deve primeiramente refletir sobre o envolvimento espiritual que oferecerá às crianças e a si próprio por uma obrigação profissional.
Assim, caso você, professor, necessite se arriscar ao recusar a participar da festa, saiba que não será o primeiro a envolver-se em uma situação difícil como esta. Em prova de fé, muitos homens de Deus, apóstolos e muitos cristãos preferiram perder a vida a se dobrarem diante de ídolos. Além disso, sua sentença não poderá ser tão árdua, pois nossa Constituição garante que não pode-se despedir alguém do trabalho por não participar desta “atividade extra”. Nem tão pouco pode-se obrigar um aluno a participar, pois a Constituição Brasileira também nos assegura o direito da prática de fé: “É INVIOLÁVEL A LIBERDADE DE CRENÇA, SENDO ASSEGURADO O LIVRE EXERCÍCIO DOS CULTOS RELIGIOSOS E GARANTIDA, NA FORMA DE LEI, A PROTEÇÃO AOS LOCAIS DE CULTOS E AS SUAS LITURGIAS -(ART.VI-Capitulo I – Titulo II)”.

Atualmente, o crescimento da apostasia na fé e também o crescimento de grupos religiosos ligados à bruxaria e ao satanismo são visíveis, porque as pessoas vivem como acham que devem, e a Bíblia nos alerta a este respeito: “ _Mas o Espírito expressamente diz: que nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrina de demônios_”. (I Tm 4v.1). 
Lembre-se que “ _a nossa luta não é contra carne, mas contra potestades, principados e príncipes das trevas, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais_”.(Ef. 6.12)"
Autor: Alexandre Farias. Copyright © 2013 CACP - Ministério Apologético. Todos os direitos reservados.

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

QUANDO ACONTECER...


 A questão da experiência de fé não é SE passaremos por águas profundas,  mas QUANDO passaremos; não é SE teremos de atravessar rios,  mas QUANDO e quantas vezes teremos de atravessar; não é SE  enfrentaremos as chamas, mas QUANDO as enfrentaremos.

Ou seja,  a fé é testada e exercitada exatamente QUANDO enfrentamos as provações! Se, aplicamos a Palavra do Eterno em confiança diante de cada novo enfrentamento,  fortaleceremos a fé e o ânimo,  e veremos o invisível,  para seguirmos firmes,  de fé em fé, superando cada obstáculo, sabendo que o Senhor está exatamente conosco no exato momento em que as sombras do medo  nos assusta  e pensamos em fugir. 

Não temas,  Eu sou contigo! Assim nos diz o Senhor nosso Deus! Apenas creia e obedeça!   

  Isaías 43:2 "Quando passar por águas profundas, estarei a seu lado. Quando atravessar rios, não se afogarás. Quando passar pelo fogo, não te queimarás; as chamas não lhe farão mal. 3a Pois Eu sou o Senhor, seu Deus, o Santo de Israel, seu Salvador.  13 “Desde a eternidade, Eu sou Deus; não há quem possa livrar alguém de minha mão, não há quem possa desfazer o que Eu fiz.” 15 Eu sou o Senhor, seu Santo, Criador e Rei de Israel. 19 Pois estou prestes a realizar algo novo. Vejam, já comecei! Não percebem? Abrirei um caminho no meio do deserto, farei rios na terra seca. 21 Formei este povo para mim mesmo; um dia, ele me honrará perante o mundo!"

"E Jesus lhe disse: Não temas, crê somente! (Mc 5:36)

sábado, 31 de outubro de 2020

Não se deixe enganar!

*Halloween, falsa diversão!*


*Halloween não é brincadeira! Bruxaria não é fantasia!*


Ao constatar que cada vez mais pessoas estão se deixando envolver por essa festa maligna, chamada halloween, achei por bem postar aqui dois artigos publicados no site do CACP Ministério Apologético (www.cacp.org.br), os quais abordam, de maneira profunda as raízes históricas dessa festa e os verdadeiros intentos por trás dessas comemorações.

 Conhecer a filosofia por trás daquilo que estão querendo "enfiar goela abaixo" do povo brasileiro e das famílias cristãs, como se fosse brincadeira inocente,  mas que não é, dará a você recursos para fazer escolhas que te livrem da morte.

Se você crê em Deus, é uma pessoa do bem, ama seus filhos, e quer o melhor para eles, leia esta publicação. Depois você decide se ainda vai continuar achando que halloween é uma festa inocente.

Apesar de longa a publicação, trata-se apenas de um resumo básico das origens e objetivos reais dessas comemorações.

" _Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro;_
_Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos;_
_Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti."_
Deuteronômio 18:10-12

"CRISTÃO, CUIDADO – HALLOWEEN: ESSA FESTA NÃO É NOSSA!
Apesar de não ser uma data originalmente brasileira, o dia 31 de outubro vem sendo comemorado em nosso país. O que muitos desconhecem é que essa proposta de diversão esconde origens nebulosas, baseadas no ocultismo e em crenças demoníacas. Neste texto você vai conhecer um pouco da história e terá base para dizer NÃO ao Halloween.
Durante muito tempo, os brasileiros sabiam da existência do Halloween por meio de filmes americanos. ... Na tela de TV a data até parecia ter uma temática divertida. Mas da mesma maneira que os filmes escondiam a origem pagã dessa comemoração, hoje vivenciamos aqui no Brasil um incentivo sutil a essa cultura, que não revela o real significado dela.

ORIGEM
A primeira prática que remete ao Halloween, registrada na história, acontecia na Antiguidade entre o povo celta (2000 a.C e 400 d.C). O dia 31 de outubro era o último dia do calendário e por isso todos se reuniam para celebrar e preparar alimentos para o inverno que chegava. Eles também acreditavam que na véspera do ano novo os mortos vinham à terra buscar os humanos. Para afastar a maldição, os celtas se vestiam de trajes feitos de cabeça e pele de animais. Os sacrifícios de animais e humanos em fogueiras também eram praticados com o objetivo de agradar supostas divindades. Era o momento dos sacerdotes proferirem as previsões.
Esta tradição dos celtas foi levada para a Ásia e para o continente Europeu. Mais adiante, com o avanço do Cristianismo através da igreja católica, a comemoração pagã foi institucionalizada pelo Dia de Finados, no dia 2 de novembro. Mesmo assim, a Irlanda e a Escócia mantiveram a tradição do Halloween. Sendo os imigrantes Irlandeses os introdutores do Dia das Bruxas nos Estados Unidos em 1840. .

 ALGUNS SÍMBOLOS

TRICK OR TREAT? 
É uma prática muito comum no Halloween americano, e ao pé da letra significa “Travessura ou Trato”. A frase é dita por crianças fantasiadas de monstros, que batem de porta em porta querendo receber doces como um trato. Caso contrário, estão prontas para executar a travessura, que pode ser um xingamento ou outras peraltices como estragar a grama, atirar ovos na casa. O que poucos sabem é que as crianças fantasiadas representam os espíritos malignos que visitavam o povo celta na antiguidade. Segundo aquela crença, era necessário deixar alimentos do lado de fora da casa para agradar esses demônios.

THE JACK O’LAHTERN: É como chamam a abóbora esculpida com uma face tenebrosa e iluminação interna. Na tradução para o português fica A Lanterna de Jack. Conta-se a história sobre o irlandês Jack, que gostava de aprontar com todo mundo, e chegou a enganar até o próprio Satanás. Quando Jack morreu, não foi permitida sua entrada no céu, nem no inferno. Satanás entregou a ele uma vela para iluminar seu caminho pela terra. Jack acendeu a vela e a colocou dentro de um nabo, fazendo uma lanterna para si. Quando os irlandeses chegaram aos Estados Unidos, encontram uma carência de nabos e uma abundância de abóboras. Para manter a tradição, durante o Halloween passaram a fazer uso de abóboras no lugar de nabos.

CONHECIMENTO
A Palavra de Deus mostra que o conhecimento é fundamental para que andemos corretamente. “ _O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento...”_ (Oseias 4.6).

Podemos considerar que conhecemos as origens nebulosas dessa data, que tem entrado sutilmente no mundo de crianças e jovens brasileiros. Cabe a nós a orientação para aqueles que nos cercam e a resistência a essa ação demoníaca. Porque o diabo veio senão para roubar, matar, destruir."
(Débora Pedroso, em Jornal Oportunidades, nº 179, outubro de 2010)

"BRUXARIA NÃO É FANTASIA
Temos que entender que bruxaria não é apenas fantasia, mas tão real a ponto de ter um comércio voltado para ela.
Os bruxos (as) e druidas possuem até mesmo uma opinião de que bruxaria é uma religião.
O livro Wicca-Crenças e Práticas, Grary Cantrell, Madras Editora, traz a seguinte definição: “Nossa religião, bruxaria-Wicca, é legalmente reconhecida e está sob proteção da Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos e nosso isolamento do resto da comunidade religiosa deve e precisa terminar.” Este depoimento é de um sacerdote da bruxaria americano. Que também relata, na pág. 17 do mesmo livro: “o nosso ofício está crescendo e se diversificando em velocidade fenomenal”. Todos têm o direito de escolher a religião, mas não podemos permitir, assim como eles também não permitem, que estas práticas e rituais façam parte da vida dos nossos filhos nos baseando na desculpa de tratar se apenas de uma festa ou folclore.
O Halloween foi introduzido nos Estados Unidos pelos Irlandeses.
Não há nenhuma fantasia em Halloween, é um dos dias de rituais na religião Wicca. Hoje podemos dizer que a Wicca é a neo-bruxaria.
Existem oito dias de cerimônias sagradas para as bruxas de todo o mundo, as quatro maiores e as quatro menores – chamadas de Sabás. O dia do Halloween não é um dia qualquer, ele é um dos principais dos Sabás: IMBOLC, BELTAIN, LUGHNASADH e SAMHAIM. Sendo que este último é o dia de Halloween.
Samhaim é festejado em 31 de outubro, mas é considerado o último dia do ano para os bruxos, trata-se de um festival que introduz a estação das trevas. De acordo com a história, este dia originou-se nos antigos festivais de outono dos Celtas, que eram ligados à feitiçaria e à magia. Nesse dia, acredita-se que o portal que separa os mortos dos vivos se abre, e os mortos passam a ter contato com os vivos, ou seja, o dia em que os mortos voltam.
No livro Wicca, de Gary Contrell, Wicca-Crenças e Práticas, na pagina 95, o autor faz o seguinte relato referente a Halloween:“O Sabá do Samhaim celebra o ciclo eterno da reencarnação e marca o início do inverno céltico. O velho Deus morre nesta noite para renascer no Yule, dando continuação à Roda da Vida do Ano”. E em seguida destaca: “Se o ritual for adequadamente feito, geralmente se percebe a presença de [amigos invisíveis].” (na verdade, demônios).
Dentro dos rituais feitos nestes dias, frutas como maças, melões, abóboras, além de cereais ou nozes de outono são decorações típicas do Samhaim.
Por mais que pareça uma brincadeira, o dia das bruxas tem uma relação religiosa. Afinal, não podemos achar que ter um contato com mortos ou querer entrar em contato com eles seja uma brincadeira! Para se ter uma idéia, dentro deste ritual, há processos feitos como: purificar a área ou o círculo, invocar os quadrantes (vento, terra, água e fogo)e o Senhor e a Senhora (deuses) com orações de evocações.
Uma das orações é esta: “Senhor da Vida e Senhor da Morte, nós te damos as boas vindas e também nos despedimos de ti nesta noite. Nós te apressamos para atravessar os portões da morte a fim de que retornes para abençoar-nos com tua força, amor e orientação....” Para os druidas, 31 de outubro era o dia em que Samhaim vinha com os mortos para que as lavouras não fossem atormentadas pelos espíritos. Era necessário deixar uma oferenda, muitos colocavam fogueiras no canto de suas fazendas para afugentar os maus espíritos e aplacar poderes sobrenaturais que controlavam os processos da natureza. Atualmente, nesta festa, os praticantes de bruxaria afirmam que deixar uma oferenda de alimentos ou bebida na entrada da casa serve para revigorar as almas dos mortos. No ritual de Halloween se encontram procedimentos como: Purificação da área e o circulo, e invocação dos quadrantes e dos deuses pagãos.

SIMBOLISMO DO HALLOWEEN
Tudo neste dia tem uma simbologia, porém, as escolas seculares desconhecem, e por isso promovem esta festa. Espero que os pais tenham a oportunidade de mostrar esta matéria ao professor ou à diretora da escola de seu filho, pois tenho certeza que muitos, após conhecerem o verdadeiro significado do Halloween, deixarão de festejá-lo. 
Cada peça, brincadeira ou enfeite possui um simbolismo dentro da crença Wicca, vejamos algumas:
ABÓBORA COM ROSTO – Originou-se da lenda de um homem chamado Jack. Ele morreu, mas foi lhe negado a entrada tanto no céu, como no inferno. Então, condenado a viver perambulando pela terra como uma alma penada, ele colocou uma brasa brilhante num grande nabo oco, para iluminar o seu caminho à noite. Este talismã virou a abóbora que simboliza Jack.
NABOS – Os nabos também eram um tipo de lanterna com a qual os Celtas acreditavam mandar os espíritos embora. Este símbolo continua com o uso das abóboras iluminadas.
VELAS – Neste dia, são usadas muitas velas marrons e alaranjadas.

USO DO PENTAGRAMA – O pentagrama tem sido usado como amuleto, mas ele é um símbolo básico da feitiçaria. É o ponto central do trabalho de encantamento e, geralmente, é colocado sobre ou na frente do altar.
PESCAR MAÇÃS EM UM TONEL - Esta antiga prática surgiu da adivinhação do futuro. O participante que obtivesse sucesso, poderia contar com a ajuda dos espíritos para a realização amorosa com a pessoa amada.

PEDIR DOCES - Esse costume surgiu da tradição Irlandesa, quando um homem conduzia uma procissão para angariar contribuições dos agricultores, afim de que suas colheitas não fossem amaldiçoadas por demônios. Um paralelo que podemos fazer é que as crianças representam os demônios, porque elas saem pedindo doces e dizendo: “Doces ou travessuras?”. Assim, quando elas não conseguem os doces, fazem as travessuras aos que negaram. Assim, o agricultor pedia alguma coisa para dar de oferta aos demônios.

DEPOIMENTOS DE BRUXAS VERDADEIRAS
No livro de Bob Larson, Satanismo, A sedução da Juventude Norte-Americana, Editora Vida, há comentários sobre o programa do autor em rede Nacional, nos EUA, chamado “Fale e escute com Bob Larson”, em que um tema é proposto e o ouvinte participa. Um dos temas foi bruxaria e Bob recebeu várias ligações de garotas envolvidas em bruxaria... Alguns trechos dos depoimentos: *Gracinda – Era uma bruxa de terceira geração, cujo objetivo na vida real era destruir os evangélicos.* Diferentemente de muitas bruxas adolescentes, que retiram a idéia de bruxaria de um anúncio de tablóides. Gracinda tinha sido treinada para seguir esta tradição. Ela diz: “Tenho uma sobrinha de onze anos que tentou o suicídio”. *Ela ainda afirmou em seu depoimento que deseja deixar para trás o mundo da bruxaria.* “Fui obrigada a dar em sacrifício a Satanás minha primeira filha, quando ela estava com seis meses de idade. Agora tenho um filho de nove meses e não quero que ele siga minhas pegadas”.
Salina – Era uma bruxa sacerdotisa que havia participado de sacrifícios de animais e de seres humanos. “Sou médium e estou envolvida em necromancia e demonologia. Bob, preciso de sua ajuda!”, clamou ela. Bob Larson pergunta: “Você participou de cerimônias durante as quais você vendeu a sua alma”? Salina respondeu: “Sim, derramando o meu próprio sangue. Na palma de minha mão gravei um pentagrama com uma lua crescente e uma estrela”, explicou ela. “Por favor, advirta aos seus ouvintes de que eles não podem negociar com o diabo”. “ Você quer sair da bruxaria?”, pergunta Bob Larson. “- Sim, mas tenho medo, porque seria morta. Tenho visto e ouvido demais.”
Alerta do escritor: Pessoas que participam desta festa têm que se conscientizar que o Halloween traz consequências. Estamos debaixo da lei da semeadura, então, “o que o Homem semear, ele irá colher”. 
Neste tipo de ritual encontramos a Necromancia, o animismo, o Politeísmo e outras práticas pagãs, que não condizem com as Sagradas Escrituras, pois elas nos afirmam claramente que não há possibilidade de alguém morto entrar em contato com o mundo dos vivos. Para Deus isto é abominação!

Devemos compreender que é uma situação difícil ao professor cristão que é obrigado pela direção a participar da festa do Halloween. No entanto, não podemos invalidar a palavra de Deus para qualquer área da vida, e um dos mandamentos é “AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS”. Assim sendo, mesmo que o emprego entre em risco, o professor deve primeiramente refletir sobre o envolvimento espiritual que oferecerá às crianças e a si próprio por uma obrigação profissional.
Assim, caso você, professor, necessite se arriscar ao recusar a participar da festa, saiba que não será o primeiro a envolver-se em uma situação difícil como esta. Em prova de fé, muitos homens de Deus, apóstolos e muitos cristãos preferiram perder a vida a se dobrarem diante de ídolos. Além disso, sua sentença não poderá ser tão árdua, pois nossa Constituição garante que não pode-se despedir alguém do trabalho por não participar desta “atividade extra”. Nem tão pouco pode-se obrigar um aluno a participar, pois a Constituição Brasileira também nos assegura o direito da prática de fé: “É INVIOLÁVEL A LIBERDADE DE CRENÇA, SENDO ASSEGURADO O LIVRE EXERCÍCIO DOS CULTOS RELIGIOSOS E GARANTIDA, NA FORMA DE LEI, A PROTEÇÃO AOS LOCAIS DE CULTOS E AS SUAS LITURGIAS -(ART.VI-Capitulo I – Titulo II)”.

Atualmente, o crescimento da apostasia na fé e também o crescimento de grupos religiosos ligados à bruxaria e ao satanismo são visíveis, porque as pessoas vivem como acham que devem, e a Bíblia nos alerta a este respeito: “ _Mas o Espírito expressamente diz: que nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrina de demônios_”. (I Tm 4v.1). 
Lembre-se que “ _a nossa luta não é contra carne, mas contra potestades, principados e príncipes das trevas, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais_”.(Ef. 6.12)"
Autor: Alexandre Farias. Copyright © 2013 CACP - Ministério Apologético. Todos os direitos reservados.

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quinta-feira, 18 de junho de 2020

Hora de Mudança!


Mulher, é Hora de Mudança! Vista-se de honra e força, e construa, reconstrua ou embeleze e harmonize o que já está bom!

Sabia que a Arquitetura é uma das muitas habilidades dadas por Deus à mulher? Isso mesmo, Deus chama e capacita a mulher para edificar vidas, e edificar com a beleza da virtude! É aí que entra a Arquitetura, construir com harmonia, organização, eficiência e beleza! Para as casadas, considere que seu esposo é como um engenheiro, fazendo cálculos, estabelecendo estruturas, somando partes..., mas você, consegue ver o todo de uma vez, você visualiza, sonha... e, então, com sabedoria, coopera com seu esposo na realização do grande projeto em construção, que é sua família. Para as solteiras, disponibilize sua sabedoria na vida de seus pais, irmãos, amigos, colabore com o equilíbrio e harmonia do edifício que é a vida de cada um.
 Mãos à obra, comece hoje mesmo a mudança que você quer ver amanhã! Entre já para a Universidade de Deus! Seja essa mulher, que "se veste de honra e força e não tem medo do futuro." (Pv. 31:25)




segunda-feira, 15 de junho de 2020

ELE NÃO DORME!


Hine-lô  Yanum Velo Yasham Shomer Yisrael ! Amen !

Eis que o Guardião de Ysrael, não Descuida e não Dorme! Amen! Salmo 121.
ELE NÃO DORME!



terça-feira, 24 de abril de 2018

Cuidado com o que sai da boca!

VIVA COMO NOVA CRIAÇÃO (II Cor. 5:17), ABANDONE OS MAUS HÁBITOS DA VELHA CRIATURA, ABANDONE A LASHON HARÁ!

No estudo da Torá desse sábado, 21/04, aprendemos sobre os perigos que uma "língua descontrolada", conforme nos adverte o apóstolo Tiago em sua epístola (1:26,27 e cap. 3) pode causar,  tanto ao que fala descontroladamente "como um passarinho chilreando sem parar" ou fala maledicências,  lashon hará,  quanto ao que é vítima do maledicente.
O falar injurioso, calunioso, ofensivo, cheio de mágoa ou rancor,  pode ferir tanto ou mais que pedras que se atirem em alguém. A maledicência ou as verdades negativas apregoadas aos ouvidos alheios na intenção de ferir ou denegrir,  podem matar sonhos, adoecer personalidades, infringir feridas profundas na alma ou até danos irreversíveis no caráter. Feridas e deformações tais,  que só a misericórdia Divina pelo poder sobrenatural da ação do Espírito Eterno que intercede  por nós, pela graça salvadora de Cristo Yeshua, junto ao Pai, somente essa Graça pode curar e libertar.
O Senhor Jesus nos adverte que o  Mandamento que é tão importante quanto amar a Deus sobre todas as coisas é o amor ao próximo:
Mateus 22: 36. "Mestre, qual é o maior mandamento da Torá? " 37. Respondeu Jesus: " ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. 38. Este é o primeiro e maior mandamento. 39. E o segundo semelhante a este é: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. 40. Destes dois mandamentos dependem toda a Torá  e os Profetas".
Sendo assim,  quando praticamos o mal contra o nosso próximo,  seja com atitudes ou com palavras que ferem - lashon hará - , estamos infringindo os mandamentos do Eterno, pecando contra o próprio Deus.
Sabemos que não é fácil vencermos nossa compulsão humana de revidar um aborrecimento com uma palavra dura. Mas, se desejamos paz, e somos ordenados na Palavra de Deus a "no que depender de nós termos paz com todos"  (Rm 12:18), devemos, 1°- reconhecer nossa falha  e nos arrependermos, 2°- pedir perdão, 3°- nos esforçarmos para não continuar nos mesmos erros e para tratarmos as pessoas com mais consideração. Para isso, temos de exercer disciplina sobre nossa boca, principalmente. O Ap. Paulo reconheceu que enfrentava uma luta da sua carne com seu espírito; porém determinado a ser transformado também em sua alma, disciplinava a si mesmo dia a dia, vigiando e controlando sua própria natureza - Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à submissão, para que, depois de pregar a outros, eu mesmo não venha a ficar reprovado. (I Coríntios 9: 27). Finalmente,  ele pode provar que, ainda que não fosse fácil viver inteiramente controlado pelo Espírito,  principalmente sem tropeçar no que fala, segundo nos adverte o Ap. Tiago, é possível, e ele, Paulo, pode declarar: "O que para mim era lucro ou vantagem, hoje considero como refugo";   "não mais vivo eu, mas Cristo vive em mim". (Fil. 3:7-9; Gál. 2:20).
Que todos nós, que temos sido aproximados a Deus Pai mediante o sacrifício expiatório de Seu Amado e Eterno Filho, Jesus o Cristo (Yeshua Ha Mashiach), que nos purifica de toda impureza, e temos recebido a Unção do Espírito Santo em nós que nos guia, nos ensina, nos santifica e nos concede dons que nos capacitam ao serviço e a adoração ao Eterno nosso Deus, portanto,  temos sido capacitados a andarmos em novidade de vida, andarmos na Luz, vencermos a inclinação que a nossa carne tem para pecar, e vivermos uma nova vida, deixando para trás os maus hábitos da velha criatura (II Cor. 5:17), que sejamos libertos da lashon hará,  o pecado que sai da boca: Mateus 15: 18. "Mas as coisas que saem da boca vêm do coração, e são essas que tornam o homem ‘impuro’. 19. Pois do coração saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, os falsos testemunhos e as calúnias."

terça-feira, 10 de abril de 2018

Semeando e colhendo...

Meditando nas Festas Bíblicas em minha devocional durante a "contagem do ômer", em preparação à próxima Festa de Pentecostes (do por do sol do dia 19 de maio ao por do sol do dia 21 de maio de 2018). Meu coração se enche de alegria, enquanto percorro esse caminho bíblico traçado pelo Eterno para nos apresentar Seu Plano de Salvação a fim de nos aproximar à Ele:
Sigamos nossa semana e nossos dias "contando o ômer", desde nossa libertação da escravidão do pecado, (assim como os israelitas que em Pêssach foram libertos da escravidão do faraó, que os oprimia), libertos que fomos por Yeshua/Jesus o Cordeiro de Deus, morto e ressuscitado em PÊSSACH/PÁSCOA, e que tira o pecado do mundo, prossigamos alinhando nossa vontade com a vontade do Eterno, nos santificando retirando o fermento da maldade e da falsidade para sermos uma "massa santa" como os ÁZIMOS, de modo a nos oferecer em PRIMÍCIA tão logo somos libertos, ainda em pobreza de alma (como a simples cevada), mas sendo movidos, como Primeiros Molhos pelas mãos de Yeshua o Sumo Sacerdote de nossas almas; e recebendo dEle o revestimento de poder do Seu Ruach Ha Kadesh (Espírito Santo),que nos ajuda a refinar nossa alma a cada dia, nos renovando em PENTECOSTES/SHAVUOT (Semanas) e sendo amadurecidos, capacitados a entregar as primícias de uma colheita maior; e então, seguiremos em frente como em um ANO NOVO/ROSH HA SHANÁ, em Dias de Tocar a Trombeta- YOM TERUÁ- da Boa Nova da Salvação, anunciando o tempo do juízo, nos arrependendo e nos consertando enquanto ainda vivemos o DIA DA EXPIAÇÃO/YOM KIPUR, poderemos, assim, nos alegrar muito mais porque nosso nome está escrito no Livro da Vida do que por qualquer outra façanha que venhamos a realizar; ainda que nossas colheitas estejam aumentando, podemos nos alegrar extremamente em nossas Cabanas-vida ao entregar novas e abundantes primícias do que colhemos durante o ano que passou, até que, refletindo a imagem de Yeshua nosso Cristo (Messias) em nosso viver diário durante o Seu milenar reinado, junto a Ele, como suas CABANAS (SUKOT-Tabernáculos) perenes; vivendo na expectativa da chegada do Grande DIA DO NOSSO JÚBILO/SHEMINI ATZERÊT, cheios da ALEGRIA DA TORÁ/SIMCHÁ TORÁ e toda a Palavra do Eterno nosso Deus; quando, finalmente, portando nossa pedrinha branca com nosso novo nome escrito, adentraremos na eternidade, no Tikum Olam, os tempos prometidos pelo Eterno para a restauração de todas as coisas, com novos céus e nova terra, onde viveremos pra sempre na Presença e comunhão de nosso Deus e de Seu Messias nosso Senhor Yeshua/Jesus, em adoração perfeita à Sua Majestade! E cantaremos o cântico de Moisés e do Cordeiro: "Grandes e maravilhosas são as Tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso!" (Ap 15:3)
Creio, busco, consigo, por meio dAquele que me fortalece!
Gálatas 5: 22. Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, 23. mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei. - Bíblia JFA Offline
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domingo, 8 de abril de 2018

quinta-feira, 29 de março de 2018

Verdadeira Páscoa!

A *Páscoa Bíblica, Pêssach*, *conforme a data determinada por Deus - Êxodo 12* - este ano de 2018  sua data coincidiu com a data marcada pela igreja romana no calendário gregoriano. Assim,  14 de Abibe ou Nissan caiu na sexta-feira 30 de março, a chamada sexta-feira santa.
Desde o êxodo do Egito,  os israelitas celebram Pêssach (Páscoa) na data ordenada pelo Eterno, 14° de Nissan (ou Abibe); no dia seguinte, 15° dia de nissan,  começa a Festa de Pães Ázimos, que se prolonga por sete dias; por fim, a Festa dos Primeiros Molhos (a Primícia da Páscoa, que começaram a celebrar desde a primeira colheita na Terra Prometida). *
Assim, temos Pêssach (quando o Cordeiro é imolado), Pães Ázimos (sem fermento, sem impureza, porque falta ou contaminação alguma havia no "Pão Vivo que desceu do Céu"), e, em meio a Festas dos Ázimos, a terceira Festa dessa tripla celebração,  a *primeira festa de Primícias* ,chamada Bikurin, que    era celebrada ao 16° dia (o dia seguinte ao sábado [semanal ou ritual] da Festa dos Ázimos): era feita a entrega dos primeiros feixes tirados da primeira colheita do ano (cevada, que amadurecia mais rápido); Primícia das primícias, ao terceiro dia das celebrações (Levítico 23).
Portanto, são *três festas em uma*. Que, hoje em dia, os judeus costumam chamar todo o período de Festa da Páscoa (Pêssach, leia Pêssar, que significa passagem, ou saltar/passar por cima, como fez o Senhor quando passou por cima da casa dos hebreus, marcadas com o sangue do cordeiro pascal, e a morte não os tocou).
Essas três primeiras Festas ordenadas por Deus,
apontam, juntamente, para *morte, sepultamento, e ressurreição de Jesus/Yeshua*.
Só percebemos isto totalmente ao celebrar biblicamente e com os mesmos costumes praticados pelos judeus, (Hagadah de Pêssach - ordem de culto preparada para a cerimônia de páscoa desde 550 a.C., para ajudar os judeus a lembrarem-se do grande livramento do Senhor e Seus feitos poderosos). Inclusive o Senhor Jesus, os apóstolos e toda a igreja até vir a proibição expressa do papa, celebrou assim suas Páscoas, primeiro com sua família, depois também com seus discípulos. Há, por exemplo, a cerimônia dos cálices, relembrando Êxodo 6:6,7: 1 - santificação/separação do povo de Israel (livrando-o ainda no Egito);  2 -  libertação (libertando-o da escravidão do Egito); 3 - redenção, remissão, (tornando-os homens livres, "tirando o Egito de dentro deles", mesmo enquanto caminhavam no deserto, para tanto deu-lhes Leis justas e santas e o Tabernáculo para ali acompanhá-los com Sua presença); 4 -  Aceitação/adoção, livramento e louvor: (livrando, guardando e guiando no deserto, conduzindo-os em segurança à terra prometida; levando-os ao tempo de louvor pelos pela poderosa salvação do Senhor). Jesus, na sua última Páscoa com seus discípulos, possivelmente, tomou o terceiro cálice, da redenção, quando disse, esse é o meu sangue, tomem dele todos;
O quarto cálice confirmava essa nova aliança, através da nova vida que os crentes devem viver, até que Ele volte para restaurar todas as coisas (Ap 21:1-7).
*Assim somos nós, em relação à nossa salvação por Cristo Jesus, nosso Cordeiro Pascal* (1 Cor. 5:7).
*Na cerimônia do jantar cerimonial de Páscoa, com ervas amargas e o pão sem fermento.* *Não é só o judeu que deve recordar das amarguras da escravidão do Egito*. *Mas, todo crente, pois antes da nossa libertação e salvação por Cristo, vivíamos escravos do pecado, na amargura de uma vida longe de Deus.* (Longe de Deus, sem salvação, oprimidos pelo inimigo).
*No cerimonial dos pães ázimos a santidade de Jesus/Yeshua, Cristo, o Cordeiro santo de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29), fica evidenciada* - o *pão sem fermento, representa o Corpo imaculado, sem pecado, de nosso Senhor Yeshua/Jesus entregue por nós no calvário*.
*E o restante dos sete dias com pães ázimos aponta para o fato de que nós, salvos por Cristo da escravidão do pecado, devemos andar todos os dias de nossa peregrinação no "deserto da vida" em santidade, de maneira adequada ao nosso Novo Nascimento em Cristo*. Por isso, *sete dias dura a Festa dos Ázimos, assim como sete são os dias da semana, indicando que todos os dias devemos ser santos, separados para o nosso Deus* (1 Pedro 1.16).
*Nos cálices de vinho, evidencia-se o sangue de Jesus, o Cordeiro santo de Deus, que nos liberta do cativeiro do pecado e da morte espiritual*. E, na cerimônia judaica, há ainda o 5º cálice de vinho, designado o cálice de Elias, que é uma alusão direta à vinda do Messias. Assim, para nós os que já temos crido no Mashiach Yeshua, vemos esse simbolismo indicativo da Sua volta. Nas casas judaicas, em geral, com exceção do judeu que já recebeu revelação pelo Ruach HaKodesh (Espírito Santo) sobre a Pessoa santa de Yeshua como o seu Mashiach, no momento do 5º cálice paira a expectativa sobre o aparecimento de Eliahu (Elias), o precursor do Dia do Senhor (Malaquias 4:5,6). Porém Yeshua, respondendo aos seus discípulos, disse que esse precursor e anunciador da inauguração dos tempos para o Grande Dia do Senhor já veio, referindo-se à João Batista, que veio no poder espiritual e unção profética como Elias (jamais uma reencarnação do próprio) (Mateus 17:10-13 e João 1:19,21). Assim como o próprio Mashiach Yeshua, que em sua primeira vinda veio como o Servo sofredor (Isaias 49:1-9, 52:13-15, 53: 1-12), mas em breve voltará, glorioso, para implantar Seu Reino Messiânico (Reino Milenar de Cristo), (Isaias 60; 66:10-24; Mateus 24; Lucas 21:25-27; I Tes. 4:13-18; Ap 19:1-16).

*No 16° dia, o terceiro dia tem a festa das primeiras primícias (Bikurin), que aponta para a ressurreição de Jesus, que é a primícia dos que dormem* (1Cor. 15:20,23). *Aguardamos a nossa salvação completa, incluindo a remissão de nosso corpo, quando na ressurreição receberemos também um corpo glorificado; e Jesus, como primícia dessa ressurreição de todos os salvos, ressurgiu no terceiro dia da festa, no 16° dia de Abibe/Nissan*.
Observe que *a celebração da Páscoa, não se trata de um dia escolhido na semana, mas de um dia escolhido do mês, pelo Senhor* (Exodo 12).
Quem instituiu um dia da semana foi a igreja romana no IV séc, e, o que é pior, escolheu o mesmo dia do festival da "deusa" romana Isther (variantes, Easter,  Eostre, Isthar, Asterote), isto é, no domingo da lua cheia (ou primeiro domingo) após o equinócio da primavera.
Êxodo: 12. 3. ...No dia dez deste mês, que cada homem tome para si um cordeiro para cada família, um cordeiro para cada casa. 5. O cordeiro será macho, sem defeito e de um ano... 6. e o guardareis até o dia quatorze deste mês; e toda a assembleia da congregação de Israel o degolará à tarde. 7. E tomarão um pouco do sangue e passarão sobre os dois umbrais e sobre as vergas das portas das casas em que o comerem. 8. Naquela mesma noite, comerão a carne grelhada no fogo; com pães sem fermento, e ervas amargas... 11. ...é a Páscoa do SENHOR! 14. Esse dia, portanto, será para vós um memorial, e o celebrareis como uma festa perene para Yahweh; nas vossas gerações o celebrareis por decreto perpétuo. - Bíblia JFA Offline
Êxodo 12:14. Esse dia, portanto, será para vós um memorial, e o celebrareis como uma festa perene para Yahweh; nas vossas gerações o celebrareis por decreto perpétuo. - Bíblia KJA Offline
Êxodo: 13. 6. Comereis pães sem fermento durante sete dias, e no sétimo dia haverá uma grande festa para Yahweh. - Bíblia KJA Offline
É claro, que não há poder na externalidade do ato por si só, isto é, no objeto físico apenas, mas no fato da *obediência a Deus com inteireza de coração*. Obediência e fé caminham juntas, e o ato não pode prescindir do amor, deve ser fruto de um coração sincero.
Pois *o verdadeiro valor do ato está em transmutar-se o significado da ordenança para dentro de si.* Enfim, *que*
*retiremos de dentro de nós o fermento da maldade, da falsidade, mentira, ódio, injustiça, injúria, etc,*
*nos santificando, limpando nossas mentes e corações, nos submetendo ao agir do Espírito Santo de Deus em nossas vidas.*
E *isto por amor*
*Como um treino para as Bodas do Cordeiro* *- os "sete dias" de celebração* *- e a nossa glorificação junto ao Noivo Yeshua no Milênio e no tempo da restauração de todas as coisas e a vinda da Nova Jerusalém.
1 Coríntios: 5. 7. Livrai-vos do fermento velho, a fim de que sejais massa nova e sem fermento, assim como certamente, sois. Porquanto Cristo, nosso Cordeiro Pascal, foi sacrificado. 8. Por isso, celebremos a festa, não com fermento velho, nem com o fermento do maligno e da corrupção, mas com os pães sem fermento da sinceridade e da verdade. - Bíblia KJA Offline
Chag Pêssach Sameach!
(Feliz Páscoa! )
📖🕎🐏
*Voltemos às Escrituras!
Profa. Elenice de Oliveira
🙏🏻📖

Uma Porta para a Vida: Verdadeira Páscoa

Uma Porta para a Vida: Verdadeira Páscoa: A propósito, a *Páscoa Bíblica, Pêssach*, *conforme a data determinada por Deus - Êxodo 12* - este ano sua data ficou próximo da data marca...

terça-feira, 27 de março de 2018

O Salto de Pêssach

Pêssach, um salto para a vida! Um cordeiro, cujo sangue nas portas dos israelitas, como resposta de fé e obediência à Palavra do Eterno, livrou da morte os primogênitos de Israel e abriu as portas para a libertação de todo seu povo do cativeiro egípcio!
Pêssach/Páscoa, o Unigênito de Deus se fazendo homem-sofredor, tomando nosso lugar como um Cordeiro, para espargir Seu sangue nas portas da alma de quem nEle crer, livrando assim da morte eterna e do cativeiro do pecado, para abrir as portas da  vida eterna para todos quantos perseverarem na caminhada mediante a fé e obediência à Palavra do Eterno!

Minha Páscoa tem memória bíblica, tem memória da morte dos cordeiros e do Cordeiro; tem memória do corpo do meu Cristo torturado,  triturado,  ferido, marcado,  porém puro, livre de fermento ; ocultado por três dias, mas reaparecido, ressuscitado,  como as Primícias do 16° dia(o terceiro dia desde a morte do Cordeiro) .
Minha Páscoa tem memória, por isso, não posso aceitar misturar o santo com o profano.
Não celebro a festa de Easter, nem Isthar,  nem Eostre, nem Ostara (a "deusa" da fertilidade, dos ovinhos e coelhinhos),...
Celebro a Festa de Pêssach - passagem, saltar por cima (traduzido em Port. como Páscoa) que me lembra todo o projeto do Eterno se desenrolando na história; que me liga ao sacrifício de Jesus/Yeshua,  na cruz onde verteu Seu sangue imaculado,  e não chocolate.

Leia o artigo no Blog

Chag Sameach Pêssach!
Feliz Páscoa!

sexta-feira, 23 de março de 2018

SERÁ QUE CONVÉM??


SERÁ QUE CONVÉM?
 
E quanto ao Ovo e ao coelhinho de chocolate, pode?
Poder, pode, mas será que convém ?
Veja a origem dessa troca (desse presentear)de ovos e coelhinhos de chocolate (à parte da ganância do mercado); e também o que a Bíblia fala sobre nossas escolhas, nesse aspecto:
>>"E o ovo de páscoa; será só "uma bobagem gostosa"? - Não, o ovo de páscoa, que de páscoa não tem nada, está totalmente ligado ao paganismo, à idolatria, à "grande deusa Isthar" (com seus variantes no nome, inclusive Easter, Asterote,etc); um espírito malígno, representado numa estátua, chamada "deusa da fertilidade"; daí os ovos e os coelhos, que eram trocados como oferendas a deusa, justamente, no primeiro domingo (após a lua cheia) após o solstício da primavera. E que, no séc. 4 d. C., o papa Vítor I, bispo de Roma, proibiu aos cristãos celebrarem a Páscoa Bíblica (não apenas judaica) no dia estabelecido pelo Senhor (14º de Nissan, entre nossos março/abril). Para selar essa "separação da Páscoa Judaica" foi que o Concílio de Nicéia, dirigido pelo imperador Constantino e com a presença de bispos de várias cidades, com ascendência do bispo de Roma, no ano 325, determinou que a Páscoa cristã seria celebrada no domingo seguinte à primeira Lua cheia após o equinócio da primavera do hemisfério Norte.
Que se comemorava na Europa nessa época? - "no equinócio da primavera” (A primavera no hemisfério norte vai de 21 de março à 21 de junho, e de 23 de setembro à 21 de dezembro no hemisfério sul), povos antigos da Europa celebravam rituais em homenagem à deusa Eostar, também chamada Eostre, Ostera ou Isther - a deusa que presidia o nascimento da primavera e o despertar da vida na terra...
Era essencialmente um rito de fertilidade. A deusa Eostre era simbolizada segurando um ovo na mão e observando um coelho pulando alegremente aos seus pés."
Essa mistura do santo com o profano, contrariando a ordem expressa do Eterno, nosso Deus, em Sua Palavra (Lv 10.10; Ez 44.23), além de afastar os cristãos da verdadeira Páscoa e seu sentido real, introduz a contaminação da idolatria, disfarçada com novos nomes e adereços "cristianizados".

Um pouco mais de história:
Relações com a Mitologia  (Wikipédia)
O nome Eostre ou Ostara, como também a deusa é chamada, tem origem anglo-saxã provinda do advérbio ostar que expressa algo como “Sol nascente” ou “Sol que se eleva”, Muitos lugares na Alemanha foram consagrados a ela, como Austerkopp (um rio em Waldeck), Osterstube (uma caverna) e Astenburg.
Seu nome e funções têm relação com a deusa grega Eos, deusa do Amanhecer na mitologia grega. Alguns historiadores dizem que ela é meramente uma das várias formas de Frigg (deusa indo-européia – esposa de Odin), ou que seu nome seria um epíteto para representar Frigg em seu aspecto jovem e primaveril. Outros pesquisadores a associam à Astarte (deusa Fenícia) e Ishtar (deusa Babilônica), devido às similaridades em seus respectivos festivais da primavera.
Diz a lenda  que Eostre tinha uma especial afeição por crianças. Onde quer que ela fosse, elas a seguiam e a deusa adorava cantar e entretê-las com sua magia. Um dia, Eostre estava sentada em um jardim com suas tão amadas crianças, quando um amável pássaro voou sobre elas e pousou na mão da deusa. Ao dizer algumas palavras mágicas, o pássaro se transformou no animal favorito de Eostre, uma lebre. Isto maravilhou as crianças. Com o passar dos meses, elas repararam que a lebre não estava feliz com a transformação, porque não mais podia cantar nem voar. As crianças pediram a Eostre que revertesse o encantamento. Ela tentou de todas as formas, mas não conseguiu desfazer o encanto. A magia já estava feita e nada poderia revertê-la. Eostre decidiu esperar até que o inverno passasse, pois nesta época seu poder diminuía. Quem sabe quando a Primavera retornasse e ela fosse de novo restituída de seus poderes plenamente pudesse ao menos dar alguns momentos de alegria à lebre, transformando-a novamente em pássaro, nem que fosse por alguns momentos. A lebre assim permaneceu até que então a Primavera chegou. Nessa época os poderes de Eostre estavam em seu apogeu e ela pôde transformar a lebre em um pássaro novamente, durante algum tempo. Agradecido, o pássaro botou ovos em homenagem a Eostre. Em celebração à sua liberdade e às crianças, que tinham pedido a Eostre que lhe concedesse sua forma original, o pássaro, transformado em lebre novamente, pintou os ovos e os distribuiu pelo mundo.
Eostre, Ēostre, Ostara, Jair ou Ostera é a deusa da fertilidade, amor e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. Na primavera, lebres ou coelhos e ovos coloridos eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados.
Desses cultos pagãos originou-se o termo Inglês Easter e Ostern em alemão, que foi absorvida e misturada pelas comemorações pascais judaico-cristãs. Posteriormente, a igreja romana e todo o cristianismo acabou por substituir às festividades pagãs de Ostara pela Páscoa, absorvendo muitos de seus costumes, inclusive os ovos e o coelhinho da Páscoa.  Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora”, uma deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Sabbat Pagão, que celebra o renascimento, chamado de Ostara, que trata-se de um festival pagão celebrado por adeptos de wica e outras formas de bruxarias. A influência pagã do Festival de fertilidade da deusa Easter (Eostre, Ostera) é tão marcante, que em países cristãos e protestantes como  Alemanha, Inglaterra (e outros países europeus), e, inclusive os Estados Unidos, a festa da páscoa mantém o nome da deusa: na Alemanha Ostern, na Inglaterra e USA, Festa de Easter.

E ENTÃO, SERÁ QUE CONVÉM?
Vejamos o que nos diz a Bíblia:
"Tudo me é permitido", mas nem tudo convém. "Tudo me é permitido", mas eu não deixarei que nada me domine." (I Coríntios 6.12)
 Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.”  Josué 24:15

Antes se misturaram com os pagãos, e aprenderam as suas obras.  E serviram aos seus ídolos, que vieram a ser-lhes um laço.  Assim se contaminaram com as suas obras, e se corromperam com os seus feitos.” Salmos 106:35,36,39
"Portanto, que estou querendo dizer? Será que o sacrifício oferecido a um ídolo é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coisa?  Não! Quero dizer que o que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios.  Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.  Porventura provocaremos o ciúme do Senhor? Somos mais fortes do que Ele?" ( I Coríntios 10:19-22)
Espero que você examine e reflita, e veja se realmente não tem nada de mais. A decisão é sua, se te convém..., ou não. 
Para mim, contudo, hoje sei que não convém, e prefiro celebrar a Páscoa conforme os ensinamentos bíblicos e também dos rabinos estudiosos da Torá. Tendo pleno conhecimento que o Cordeiro providenciado por Deus para nos livrar da morte eterna já foi revelado, Jesus de Nazaré, Yeshua Há Mashiach!
E a meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano, e o farão discernir entre o impuro e o puro.” Ezequiel 44:23.
Então, sigo cumprindo a missão!

Hag Sameach Pêssach!
Feliz Páscoa!
Prof Elenice de Oliveira, Mestre em Teologia, Psicóloga Clínica e Palestrante.


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Então, QUE PÁSCOA VOCÊ VAI CELEBRAR?

sábado, 17 de março de 2018

O Korban que nos aproxima do Eterno!



Estudando a Torá (Lei/Doutrina de Deus); na Septuaginta é chamada o Pentateuco.

Parashá Vayicrá: Ele chamou!

O Eterno é Quem nos chama para junto de Si. Ele mesmo estabelece meios para que essa aproximação seja possível. No passado, os filhos de Israel aproximavam- se do Eterno através dos sacrifícios de animais determinados, em ocasiões específicas, apresentados tanto como ofertas voluntárias de gratidão quanto como oferta pelo pecado.
Quando Deus O Pai, enviou ao mundo Seu Filho Yahoshua - Yeshua - Jesus (João 3:16) como oferta definitiva para a redenção de todo israelita e não israelita que cresse na Torá do Eterno e nos Seus Profetas, os sacrifícios dos animais foram substituídos por Aquele aos quais anteriormente fazia sombra; agora vindo ao mundo, a Palavra encarnada, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:1,29).
Cristo Yahoshua-Yeshua-Jesus, o Mashiach (Messias) perfeito Korban, que nos aproxima do Pai!
.
. A palavra hebraica para "sacrifício" é korban קרבןque significa "aproximar-se". Ela é derivada da raiz karev קרב que significa "aproximar". Portanto, o propósito do sacrifício é ganhar intimidade com o Senhor, nos aproximar a Deus oferecendo-Lhe um presente.

A próxima Festa da Páscoa (Pêssach) , a verdadeira, vem chegando. Aproveite esse tempo para rever o tipo de relacionamento que você tem com o Eterno, e aproveite enquanto Suas mãos continuam estendidas para você, abra- Lhe o coração e aproxime- se dEle de fato, em obediência a Sua Palavra e ao Seu Cristo!

Shabat Shalom!


Essa merece meu aplauso!


Essa sim, uma mulher que merece minhas palmas. Um orgulho para nossa nação! ✨✨🏆PhD em Harvard, brasileira supera fome e preconceito e soma 56 prêmios na carreira.
( noticias.uol.com.br )

"Toda mulher dá a sua vida pelo que ela acredita". A frase é atribuída à Joana D'Arc, a famosa heroína francesa que viveu no século XV, mas pode muito bem ser usada para resumir a história de uma brasileira que tem o mesmo nome mais de 500 anos depois.

Joana D'Arc Félix de Souza, 53 anos, superou a falta de estrutura, a fome e o preconceito para se tornar cientista, PhD em química pela renomada Universidade de Harvard, dos Estados Unidos. Hoje, ela soma 56 prêmios na carreira, com destaque para a eleição de 'Pesquisadora do Ano' no Kurt Politizer de Tecnologia de 2014, concedido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abquim).

Desde 2008, ela também é professora da Escola Técnica Estadual (ETEC) Prof. Carmelino Corrêa Júnior, mais conhecida como Escola Agrícola de Franca, cidade do interior de São Paulo, e molda novas gerações a seguirem sua trajetória inspiradora.

"Toda mulher dá a sua vida pelo que ela acredita". A frase é atribuída à Joana D'Arc, a famosa heroína francesa que viveu no século XV, mas pode muito bem ser usada para resumir a história de uma brasileira que tem o mesmo nome mais de 500 anos depois.

Joana D'Arc Félix de Souza, 53 anos, superou a falta de estrutura, a fome e o preconceito para se tornar cientista, PhD em química pela renomada Universidade de Harvard, dos Estados Unidos. Hoje, ela soma 56 prêmios na carreira, com destaque para a eleição de 'Pesquisadora do Ano' no Kurt Politizer de Tecnologia de 2014, concedido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abquim).

Desde 2008, ela também é professora da Escola Técnica Estadual (ETEC) Prof. Carmelino Corrêa Júnior, mais conhecida como Escola Agrícola de Franca, cidade do interior de São Paulo, e molda novas gerações a seguirem sua trajetória inspiradora.


Trajetória que começou na própria Franca: filha de uma empregada doméstica e de um profissional de curtume (operação de processamento do couro cru que tem por finalidade deixá-lo utilizável para a indústria e o atacado), Joana mostrou desde cedo que tinha aptidão para o conhecimento.

"Eu era a caçula de três irmãos, tinha certa diferença de idade, então minha mãe me levava com ela para o trabalho. Ela aproveitou que tinham jornais na casa da patroa e me ensinou a ler, para eu ficar mais quieta. Tinha quatro anos e ficava o dia todo lendo", conta ela ao UOL.

"Um dia, a diretora da escola Sesi foi visitar a dona da casa e perguntou se eu estava vendo as fotos do jornal. Respondi que estava lendo. Ela se surpreendeu, me pediu para ler um pedaço e eu li perfeitamente. Coincidentemente, era começo de fevereiro e ela sugeriu que eu fosse uns dias na escola. Se eu conseguisse acompanhar, a vaga seria minha. Deu certo e com 14 anos eu já terminava o ensino médio".

O mesmo curtume que deu ao pai casa (a família vivia numa pequena moradia oferecida pelo patrão) e trabalho por 40 anos acabou influenciando a jovem Joana na hora de escolher uma faculdade. Contando com a ajuda de uma conhecida, ela decidiu prestar vestibular em química, pois estava acostumada a ver profissionais da área atuando no trabalho com o couro.

"Uma professora tinha um filho que fez cursinho e pedi o material para ela. Meu pai e minha mãe não tinham estudo, mas me incentivavam. Eles tinham consciência de que eu só cresceria através de estudos. Passei a estudar noite e dia até entrar na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas)", relembra a pesquisadora, que não se deixou abalar pelo preconceito que sofreu até o tão sonhado diploma.

"As cidades de interior têm aquela coisa de sobrenome: se você tem, pode ser alguém, se não tem, não pode. Sempre enfrentei preconceito. Na minha segunda escola, mesmo sendo estadual, tinha aquela coisa de classe para os ricos, classe para os pobres, com tratamentos diferentes. Em Campinas, fora da universidade, também senti um pouco. Infelizmente, o Brasil ainda é um país racista. Pode estar um pouco mais escondido, mas isso ainda existe. Mas não usei isso como obstáculo, e sim como uma arma para subir na vida".


A vida acadêmica

Joana, como previa, passou muita dificuldade em Campinas, a mais de 300 km de sua cidade natal. O dinheiro que recebia do pai e do patrão dele permitia que ela pagasse somente o pensionato onde morava, as passagens de ônibus e o almoço na universidade.

"Às vezes pegava um pãozinho no bandejão da universidade e levava para eu comer em casa à noite. Sentia fome, contava as horas para o almoço (risos). No final de semana também era complicado. Mas nunca desisti. Isso chegou a passar pela minha cabeça, mas não desisti. Fazer isso seria jogar tudo que tinha conquistado até ali no lixo", afirma.

Sua situação só melhorou a partir do segundo semestre, quando começou a iniciação científica e teve o auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). "Quando recebi a primeira bolsa, corri para a padaria e gastei uns 50 reais em doces para matar a vontade", ri.

Estimulada por professores a seguir na vida acadêmica e encantada pelo campo de pesquisa, Joana ainda concluiria mestrado e doutorado em Campinas – este último com apenas 24 anos. Um dos artigos da cientista saiu no Journal of American Chemical Society, e logo ela recebeu o convite para seguir os estudos nos Estados Unidos.

O pós-doutorado de Joana foi concluído na Universidade de Harvard. Um professor solicitou que ela aplicasse em seu trabalho um problema brasileiro, e ela optou pelos resíduos de curtume nas fábricas de calçados – desenvolveu a partir destas substâncias poluentes um fertilizante organomineral. Questionada sobre a condição de trabalho em solo americano e no seu país natal, a cientista aponta um fator que faz muita diferença.

"Nos Estados Unidos, eu pedia um reagente químico e em duas ou três horas conseguia. No Brasil, até eu arrumar dinheiro, fazer solicitação... Aqui tem mais burocracia. A questão de financiamento para pesquisa é bem mais rápida nos Estados Unidos".

A brasileira ficaria mais tempo nos Estados Unidos não fosse uma tragédia familiar: sua irmã morreu aos 35 anos, vítima de parada cardíaca, mesma causa do falecimento do pai, apenas um mês depois. Joana decidiu voltar para o Brasil e cuidar da mãe e de quatro sobrinhos deixados pela irmã.

Novamente em Franca, a cientista procurou oportunidades em curtumes da cidade natal até que recebeu o convite para se tornar professora da ETEC em 2008.

"Quis desenvolver este trabalho de iniciação científica desde a educação básica, e o resultado foi excelente. Reduzimos a evasão escolar. A escola é tradicional, tem mais de 50 anos, e é agrícola. Muitos dos alunos são filhos de fazendeiros da região e não sabiam por que estudar. Muitos achavam que o ensino técnico era o fim, era o máximo que iriam conseguir. Mas, com as idas às feiras e congressos, eles começaram a pensar mais alto, em ir para a universidade, e não estudar só porque o pai manda".

Colhendo os frutos

O trabalho com os resíduos de curtume é só um dos muitos de destaque que Joana executou nos últimos anos. Em especial, ela e sua equipe de alunos em Franca conseguiram desenvolver uma pele similar à humana a partir da derme de porcos. Isso ajudaria no abastecimento de bancos de pele especializados e de hospitais, além de baratear o custo de pesquisas, uma vez que a matéria-prima do animal é abundante e de baixo custo.


O projeto, com depoimento da cientista, está exposto até o mês de outubro no Museu do Amanhã (Rio de Janeiro). Ele é parte da mostra temporária "Inovanças – Criações à Brasileira", que tem o intuito de revelar trabalhos inovadores de cientistas brasileiros, muitos deles desconhecidos do público.
Joana ainda comandou pesquisa que resultou na produção de um tecido ósseo feito a partir de materiais também encontrados na natureza: escamas de peixes e colágeno de curtume. Ela e alunos da ETEC vão em junho a uma feira em Oswegon, Estados Unidos, apresentar este projeto, juntamente ao da pele artificial a partir de tecido de porco.

Como resultado deste trabalho, a professora e cientista já soma 56 prêmios na carreira. Destaque para a eleição de 'Pesquisadora do Ano' no Kurt Politizer de Tecnologia de 2014, concedido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abquim), além de projetos vitoriosos em concursos do Conselho Regional de Química do Estado de São Paulo e da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), que acontece anualmente na USP (Universidade de São Paulo).

Para Joana, porém, a maior recompensa vem no dia a dia. "Alguns jovens estavam no caminho errado, mas fazendo a iniciação científica encontraram um rumo. Eles tomam gosto pela pesquisa. Muitos pais vieram me agradecer, e isso é muito gratificante dentro da escola básica", diz ela, antes de concluir: "as armas mais poderosas que temos para vencer na vida são a educação e o estudo"